HONÓRIO GAUDÉRIO O GAÚCHO GROSSO

HONÓRIO GAUDÉRIO O GAÚCHO GROSSO

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Hacker: Manuela DÁvila PCdoB -RS é a intermediária de mensagens vazadas



























Vídeo: Spa pra galinhas do Honório Gaudério

TE INSCREVE, APERTA NO SINO DE NOTIFICAÇÕES E TE MIJA DE RIR DEPOIS..Spa pra galinhas do Honório Gaudério, aqui as penosas tem uma baita de uma vida...

Hoje é sexta feira, dia de sensualizar


É bucha - Gauchada de antigamente


Teoria da evolução de Charles Heineken - Ciência gaudéria


Semana Farroupilha, chegue logo


Funcionário do mês: São Pedro


quinta-feira, 25 de julho de 2019

Amor gaúcho por Honório Gaudério


Vídeo: Cerveja antártica, a preferida dos passarinhos

Tchê, não dá mais pra beber uma gelada aqui no rancho, pois até a passarinhada, anda bebendo junto comigo.

Imigração alemã no Rio Grande do Sul


Honório Gaudério, um gaúcho sem medo de nada


Gente que ama dançar música gaúcha


Dia 25 de julho, dia do Colono

Meus parabéns aos colonos, agricultores, gente que vive e luta no campo, para nós termos em nossas mesas, o nosso alimento diário..É hoje, dia 25 de julho, o dia desse povo. VAI AQUI UM ABRAÇO BEM CINCHADO DO HONÓRIO GAUDÉRIO, PARA TODOS VOCÊS. SE TEM GENTE QUE EU ADMIRO E RESPEITO, SÃO VOCÊS. NOTA: Pessoal do MST, estão excluídos dessas felicitações.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

O Comunismo me faz rir


Semana Farroupilha, falta pouco


Vídeo: O Gaúcho " Michael Jackson" dos pampas

Tchê, olha que elegância, que desenvoltura, 
sinta a leveza do ser ao dançar essa linda coreografia....SQN

O Chimarrão e o frio do inverno


Futebol, o ópio do povão


O Exército gaúcho de Adão Latorre


Foi no dia 28 de novembro de 1893 que se deu a barbárie. 
O tenente coronel Adão Latorre, capaz do general federalista Joca Tavares, conseguiu encurralar mais de trezentos chimangos em uma mangueira, nas redondezas de Bagé.

Adão Latorre nasceu em 1835 na localidade de cerro chato, no interior do departamiento de Rivera, junto à fronteira com o Rio Grande do Sul. Filho de escravos foi peão nas fazendas do coronel José da Silva Tavares, no Uruguai, e depois em Bagé. Tudo o mais que se sabe sobre ele é impreciso e contraditório. Presume-se que era grande conhecedor das lidas de campo, pois chegou a capataz dos Tavares. Seria também um guerreiro temível, pois, quando estourou a revolução de 1893, recebeu o comando de um piquete de cavalaria, embora estivesse chegando quase aos sessenta anos. Nesta função, tornou-se um dos símbolos de toda a crueldade que marcou esta guerra. Durante muito tempo atribuiu-se a Latorre a execução de mais de trezentos prisioneiros, e ele foi descrito como “cruel, frio e de tremenda perícia no ato da degola”.
Como tudo se sucedeu?
A Revolução Federalista ocorreu no sul do Brasil logo após a Proclamação da República, e teve como causa a instabilidade política gerada pelos federalistas, que pretendiam “libertar o Rio Grande do Sul da tirania de Júlio Prates de Castilhos”, então presidente do Estado.
Empenharam-se em disputas sangrentas que acabaram por desencadear uma guerra civil, que durou de fevereiro de 1893 a agosto de 1895, e que foi vencida pelos pica-paus, seguidores de Júlio de Castilhos.
O Partido Federalista do Rio Grande do Sul foi fundado em 1892 por Gaspar Silveira Martins. Em tese, defendia o sistema parlamentar de governo e a revisão da Constituição, pretendendo o fortalecimento do Brasil como União Federativa. Desta forma, esta filosofia chocava-se frontalmente contra a constituição do Rio Grande do Sul de 1891. Esta era inspirada no positivismo e no presidencialismo, resguardando a autonomia estadual, filosofia adotada por Júlio de Castilhos, chefe do Partido Republicano Rio-grandense, e que seguia o princípio comtiano-positivista das “pequenas pátrias”.
Os seguidores de Gaspar da Silveira Martins, Gasparistas ou maragatos, eram frontalmente opostos aos seguidores de Júlio de Castilhos, castilhistas ou Pica-paus.
As desavenças iniciaram-se com a concentração de tropas sob o comando do maragato João Nunes da Silva Tavares, o Joca Tavares, barão de Itaqui em campos da Carpintaria, no Uruguai, localidade próxima a Bagé.
Logo após o potreiro de Ana Correia, vindo do Uruguai em direção ao Rio Grande do Sul, encontrava-se o coronel caudilho federalista Gumercindo Saraiva.


Parte da força armada de Adão Latorre. 
 O mesmo ao centro, de bombacha branca.

O Massacre do Rio Negro - Adão Latorre

Joca Tavares, contando com cerca de 3000 homens, cercou um grupo de 300 chimangos, aproximadamente. Os mesmos são levados para uma mangueira de pedra e ali mantidos como reféns. Surge então, Latorre. Dentre os prisioneiros, estava seu desafeto Maneca Pedroso. A sede de vingança se espalhou a todos os prisioneiros, e, com a ajuda de mais capangas, foi dado início a degola.

Um a um, foram sendo trazidos os prisioneiros e postos de joelho, de costas para Latorre. O mesmo, inicialmente transfixava-lhes o pescoço com um punhal de quinze centímetros. À medida que o tempo passava, já todo banhado de sangue, partiu para a técnica da “criolla”, onde a faca é passada de orelha à orelho, cortando as artérias e garganta, tudo de uma só vez.
Um dos últimos a serem mortos, foi o Cel. Manoel Pedroso. Relatos da época, narram como se deu o último diálogo entre os dois:
“- Cel. Pedroso: Adão, quanto vale a vida de um homem valente e de bem?
- Adão Latorre: De bem… não sei. A vida de um homem vale muito, a tua não vale nada porque está no fio de minha faca e não há dinheiro que pague.
- Cel. Pedroso: Pois então degola “negro filho da puta”. Dito isso segurou-se a um arbusto, levantando a cabeça para facilitar a tarefa ao inimigo.”

Dizem ainda que o Coronel pediu a Adão para que entregasse um anel de seu uso a uma filha residente em Pelotas, segundo informações foi cumprido o feito por Adão Latorre.

Latorre pousando para retrato, enquanto degolava um prisioneiro chimango

Adão Latorre e a degola dos 300 homens

Durante muito tempo atribuiu-se a Latorre a execução de mais de trezentos prisioneiros, e ele foi descrito como “cruel, frio e de tremenda perícia no ato da degola”.

terça-feira, 23 de julho de 2019

Vídeo: Caminhos rurais da cidade de Glorinha/ RS - CTG Sentinela do Rio Grande, parte 2

Abrilhantando o encontro dos caminhos rurais, da cidade de Glorinha, uma linda apresentação do CTG Sentinela do Rio Grande da cidade de Glorinha...Caminhos rurais de Glorinha, turismo ecologicamente correto, pertinho de Porto Alegre.


Vídeo: Caminhos rurais da cidade de Glorinha/ RS - CTG Sentinela do Rio Grande

Em mais um encontro dos sítios participantes dos caminhos rurais da cidade de Glorinha, uma linda apresentação do
 CTG Sentinela do Rio Grande...
Caminhos rurais de Glorinha, turismo ecologicamente correto, pertinho de Porto Alegre.

Vídeo: Caminhos Rurais de Glorinha - 2 Feijoada encontro dos sítios

Tchê, para quem não sabe, na cidade de Glorinha, ao lado da capital de todos os gaúchos, Porto Alegre, existe uma baita ideia de turismo rural, que é os caminhos rurais de Glorinha. São sítios que em conjunto, nos trás a oportunidade de visitarmos e entrarmos em contato com o que tem de mais lindo de nossa natureza, e nesse vídeo, vemos um pouco do que foi a grande festa de confraternização, onde o CTG Sentinela do Rio Grande nos brindou com uma linda apresentação.

domingo, 21 de julho de 2019

Vídeo: A melhor dupla de música gaúcha de todos os tempos

TE INSCREVE, APERTA NO SINO DE NOTIFICAÇÕES, 
tchê, olha a afinação e desenvoltura do vocalista, sem dúvida uma das melhores duplas de música gaúcha 
que eu já escutei na minha vida.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Milonga abaixo de mau tempo - José Cláudio Machado


Vídeo: Dica de etiqueta e bons costumes do Honório Gaudério

TE INSCREVE, APERTA NO SINO DE NOTIFICAÇÕES E APRENDA A SER UM LORDE: Nesse vídeo, sou professor, doutor, pós graduado de etiqueta, ética e bom comportamento, Prof Orivaldino da Silva, vem nos mostrar como se comportar em público, caso o índio véio tenha vontade de arrotar.

Teixeirinha - Vento Negro


Piada do Honório Gaudério


Radicci e o inverno

fonte aqui

É Cusco, não é cachorro